Quando o corpo não reflete o cuidado que você tem com ele

Nem sempre o volume na região do tórax masculino está ligado à falta de exercício ou descuido com a saúde.
A cirurgia de lipomastia é o acúmulo de gordura na região mamária masculina, sem aumento significativo da glândula. É uma condição silenciosa, muitas vezes genética, que persiste mesmo em homens ativos, disciplinados e atentos ao próprio corpo.
Ela não chama atenção de imediato — mas está sempre ali, presente, alterando proporções e percepção.
Quando o tratamento passa a fazer sentido
Com o tempo, o incômodo deixa de ser apenas visual.
O paciente percebe que evita determinadas roupas, ajusta a postura, escolhe camisetas mais largas, pensa duas vezes antes de tirar a camisa. Mesmo sem dor, há desconforto.
A correção cirúrgica é considerada quando:
- O volume persiste apesar de dieta e treino
- O tórax perde definição e equilíbrio
- A aparência não acompanha o estilo de vida
A avaliação médica confirma predomínio de gordura, isolada ou associada a pequeno componente glandular
A indicação nunca é automática. É resultado de análise criteriosa e conversa honesta.
Quanto custa
Essa é uma pergunta comum — e legítima.
Mas o tratamento da lipomastia não segue tabelas fixas. Ele depende do grau da alteração, da técnica necessária e da estrutura envolvida para garantir segurança e previsibilidade.
Por isso, o investimento só pode ser definido após uma avaliação individual, com planejamento adequado e sem atalhos.
Como é realizado
O procedimento é feito por lipoaspiração precisa da região mamária, utilizando incisões pequenas e estrategicamente posicionadas.
Quando há tecido glandular residual, sua retirada pode ser associada no mesmo ato cirúrgico, de forma conservadora.
A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar, com anestesia definida de acordo com o perfil do paciente.
A alta costuma ocorrer no dia seguinte, permitindo observação adequada e retorno confortável ao domicílio.
Tudo é planejado para não chamar atenção — nem durante o processo, nem no resultado.
Pós-operatório e evolução
O pós-operatório costuma ser previsível e bem tolerado.
Há um período inicial de inchaço e sensibilidade local, controlado com medicação simples e uso de colete compressivo.
- O corpo muda aos poucos.
- O contorno se define gradualmente, sem pressa, respeitando o tempo biológico.
- O resultado final costuma ser percebido entre 3 e 6 meses, quando os tecidos se acomodam por completo.
Nada imediato. Tudo consistente.
Possíveis intercorrências
Como em qualquer procedimento cirúrgico, existem riscos — ainda que pouco frequentes.
Podem ocorrer seroma, hematoma, pequenas irregularidades de contorno, assimetrias residuais ou alterações temporárias da sensibilidade.
Planejamento rigoroso, técnica precisa e acompanhamento próximo reduzem significativamente essas possibilidades.
Benefícios do procedimento
É aqui que tudo faz sentido.
Os pacientes relatam:
- Tórax mais firme, definido e masculino, sem exageros
- Liberdade para vestir o que quiser, sem estratégias ou disfarces
- Coerência entre o corpo e o esforço já investido em treino e cuidado pessoal
- Aumento da autoconfiança em ambientes sociais, profissionais e íntimos
- Sensação de normalidade — como se “sempre tivesse sido assim”
- O melhor resultado é aquele que não parece operado, apenas correto.
Sou o Dr. Cássio Leão, cirurgião plástico em Brasília, com título de especialista pela SBCP.
Atendo no Instituto AYA, no Lago Sul, oferecendo acompanhamento completo em cada etapa — da consulta ao pós-operatório.
Será um prazer orientar e tratar você.